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Ilustração Vitor Santos #1: Sankofa

vitor santos
19 anos
ribeiro bonito

inspirações
Mike Azevedo, Cesar Rosolino e Guilherme Freitas

trabalho dos sonhos:
trabalhar em uma empresa que receba destaque pelo que faz e tenha um grupo de profissionais disposto a aprender e ajudar

gostaria de trabalhar com:
ilustração e concept art para games

trabalha atualmente com:
graduando de design na Unesp

portfólio:
behance


Sankofa é um projeto que visa conscientizar as pessoas sobre a escravidão, racismo e também preconceito, através da imagem.

O nome Sankofa, é inspirado no símbolo africano de um pássaro que voa para frente olhando para trás. O ideograma é da tradição artística do povo Ashanti, do Golfo da Guiné, que se relaciona as ideias de: retornar, olhe para trás, ir ao passado.

É formado por três fonemas: San (voltar, retornar), Ko (ir) e Fa (olhar, buscar, pegar). O ícone é associado ao provérbio “Se wo were fi na wo sankofa a yenkyi”, que significa: “não é errado voltar atrás pelo que esqueceste”. Uma interpretação possível seria: “voltar ao passado para ressignificar o presente”.

É um dos exemplos mais conhecidos da resistência africana. Os colonizadores até então não o entendiam, mas todos aqueles vindos do continente africano o identificavam como uma simbologia de luta, de resistência e de preservação de suas histórias.

Aya, outro signo africano que representa força e vencer desafios, representa uma semente que, mesmo com todas as dificuldades, consegue gerar uma planta forte.
Se um dia você já sofreu preconceito ou se deu conta de estar praticando um Sankofa: olhe ao passado e tente, através do presente, ressignificá-lo, seja empático e faça uma boa ação pelo próximo independente de suas categorias sociais (etnicidade, sexo, raça, orientação sexual, etc) e conscientize seus amigos e familiares.

Para todos aqueles que sofrem com preconceito e principalmente racismo todos os dias, Aya: saibam que cada dia é um desafio, não desistam daquilo que vocês buscam.

Espero que esse projeto tenha uma participação na sua conscientização. Procure sempre pensar sobre esses temas, pois muitos preconceitos estão inculcados em nossa cultura e as vezes não nos damos conta de praticá-los.



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