fbpx
🎥
Filmes /

Todas as nossas matérias sobre produções cinematográficas.

(Dos mais recentes para os mais antigos)

🎥
Filmes /

Todas as nossas matérias sobre produções cinematográficas.

(Dos mais recentes para os mais antigos)

Elevado pelas atuações e por bons momentos isolados, “Não Se Preocupe Querida” desperdiça uma ótima premissa com uma narrativa pouco inspirada.

“Sorte”, nova animação da Apple TV+, chega para trazer os conceitos de sorte e azar em uma animação divertida e leve.

Com o encerramento da franquia na Netflix, o universo de “365 Dias” tem um desfecho tão horroroso quanto o atraso da sociedade que retrata.

Apresentando as tartarugas para uma nova geração, “O Despertar das Tartarugas Ninja: O Filme” perde parte da essência de suas personagens.

Seco e duro, “Pacto BRUTAL – O Assassinato de Daniella Perez” foge da dramatização e do sensacionalismo das produções de true crime.

Retornando de hiato, George Miller faz em “Era Uma Vez um Gênio” um filme-constatação sobre a importância e a beleza das narrativas.

Em falso exercício de renovação do gênero, “Samaritano” acaba apenas como uma empreitada de realismo junto de fórmulas genéricas de herói.

Em “Não! Não Olhe”, maior filme da carreira, Jordan Peele assegura sua posição como um dos grandes nomes da Hollywood contemporânea.

Em meio ao caos da fantasia, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” encontra no intimismo e calmaria seus momentos mais potentes.

Sofrendo com uma direção pouco inventiva, “Belfast” é um genérico filme-memória de seu diretor que falta personalidade.

Tocante e operante, “No Ritmo do Coração” conquista o espectador por meio da empatia e da emoção em filme pouco inspirado.

Em narrativa onírica, “Sempre em Frente” traz mensagem carinhosa e positiva sobre a beleza de enfrentar as dores e a melancolia da vida.

Entre erros, referências e acertos, “Lightyear” é um divertido filme cheio de encantos próprios e novidades para a franquia.

Revisitando e atualizando o filme de 61, “Amor, Sublime Amor” cresce como um musical inspirado graças aos vícios de Spielberg.

“Não Olhe Para Cima” não dá conta de organizar o caos do mundo contemporâneo e acaba como uma fraca sátira social.

Em drama fantasmagórico sobre luto, “Drive My Car” arrebata o espectador em uma jornada de enfrentamento com as dores interiores.

Em filme terapia para Bruce Wayne e para o gênero de heróis, “Batman” cresce como um grande noir sobre justiça e vingança.

Em filme de catástrofe, “Moonfall – Ataque Lunar” se equilibra no suspense e no carisma de personagens na trajetória de sobrevivência.

Tomando partido, “Os Olhos de Tammy Faye” cresce com a performance de Jessica Chastain e tem sucesso em envolver o espectador.

Bonito e agridoce, “The Worst Person in the World” fala sobre os momentos e sentimentos da vida que nos marcam para sempre.

“Uncharted: Fora do Mapa” falha ao adaptar o carisma do game e na construção de um filme cinematograficamente interessante.

Em “Licorice Pizza”, Paul Thomas Anderson faz uma grande comédia romântica sobre a correria da vida e a busca pelo amor.

Desnudando o western com sensibilidade, “Ataque dos Cães” faz um jogo de tensão sobre desejo e opressão nos pequenos gestos.

Expandido o universo de “Laços”, “Turma da Mônica: Lições” equilibra bem o drama do crescimento juvenil e o divertimento nostálgico.

Apelando para o choque visual, “Titane” impacta visualmente mas sofre ao não dar conta de ser mais coeso narrativamente.

Entre o drama de Peter Parker e um visual desinteressante, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” cresce com a humanidade de seu personagem.

Dando vida a canção, “Eduardo e Mônica” transforma a faixa de Renato Russo em uma comédia romântica cativante, mas sem atualizações de época.

Adaptando a obra de Elena Ferrante para as telas, Maggie Gyllenhaal faz em “A Filha Perdida” um bonito testamento sobre solidão e maternidade.

Seguindo a essência da franquia, “Pânico” (2022) continua renovando o gênero do terror com metalinguagem e autenticidade.

“Eternos” promete muito e entrega pouco, em um filme que tenta forçar demais a ligação familiar em personagens pouco inspirados.

Celebrando 30 anos de lançamento, “A Bela e a Fera” segue como um dos filmes identitários e memoráveis da Disney.

Perdido entre homenagem e atualização, “Ghostbusters: Mais Além” fica preso ao apelo nostálgico sem personalidade.

Conciliando o velho e o novo, “Cry Macho” revisita a vida e a filmografia de Clint Eastwood como uma forma de desnudar os EUA.

Sem inspiração, “A Crônica Francesa” acaba como um filme testamento de todos maneirismos de Wes Anderson e seus efeitos.

Em “Annette”, Leos Carax faz uma viagem operística perdida entre a tragédia das relações afetivas e a essência performática da arte.

“Free Guy: Assumindo o Controle” é uma deliciosa supresa, em um filme que sabe brincar com o seu universo de forma humorada.

Embora diante de um texto um pouco fraco, “Halloween Kills: O Terror Continua” não economiza e acaba sendo um divertido desfecho.

“Duna”, adaptação do clássico da literatura sci-fi tem o tratamento precioso de Denis Villeneuve em uma verdadeira experiência cinematográfica.d

Tentando inovar, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” derrapa e acaba entrando um combo de filmes medianos.

“A Lenda de Candyman” triunfa pela direção de Nia DaCosta, mas se perde no meio dos questionamentos e fim abrupto.

Adaptado da peça da Broadway de mesmo nome, “Querido Evan Hansen” não consegue manter o legado e entrega um filme cambaleante.

Dirigido por Guy Ritchie, “Infiltrado” surpreende pelas camadas de seu protagonista e o clima de ação e tensão do longa.

Em tempos de incentivo ao desrespeito e a individualidade, Emicida proporciona o afeto e a resistência com o “AmarElo Ao Vivo”.

Em exercício de provocação sensorial, Shyamalan faz de “Tempo” uma jornada de enfrentamento da perda do tempo de viver.

“Pig”, drama com Nicolas Cage, explora a busca de um homem por seu porco ao mesmo tempo em que volta em seu passado.

“Em um Bairro de Nova York”, adaptado do musical da Broadway, nos convida a uma jornada de realização dos sonhos pautada na representatividade.

Com “Anônimo”, Bob Odenkirk revela seus instintos adormecidos e distribui muita pancadaria em um longa para os cinquentões.

“Luca” vai muito além, mostrando um filme cheio de coração e sentimentalismo sobre a construção de amizade entre dois garotos.

“Cruella” tem personalidade suficiente para justificar a história de origem da vilã, mesmo que o filme seja um tanto previsível.

A força da amizade e personagens complexos fazem de “Raya e o Último Dragão” um filme extraordinário.

“Friends: The Reunion” consegue emocionar e trazer lembranças de um glorioso passado, mesmo em seu formato confuso e desconexo.

Com o “All I Know So Far”, P!nk discorre sobre a ligação de sua vida pessoal e artística em um documentário musical não tão híbrido.

Em adaptação do teatro ao cinema, Florian Zeller transforma “Meu Pai” em uma experiência sensorial sobre a mente humana.

Em uma comédia romântica musical, “A Semana da Minha Vida“ encontra nas músicas uma forma de expandir as emoções de seus personagens, em um filme leve e divertido.

Em relato parcialmente autobiográfico, “Minari” retrata a imigração como um ato de busca pelo pertencimento e de identificação cultural.

“Druk – Mais Uma Rodada” sofre com uma narrativa perdida entre o drama e o cômico presente na crise de meia-idade regada à álcool.

Em cinebiografia burocrática, Shaka King faz de “Judas e o Messias Negro” um retrato que transita entre o mito e homem de Fred Hampton.

Em “Nomadland”, Chloé Zhao faz um tocante retrato, ao mesmo tempo íntimo e político, da relação de desamparo do proletariado dos EUA.

“Um Príncipe em Nova York 2” dá sequência à franquia de Eddie Murphy sem renovar na comédia e usando de um humor sexista ultrapassado.

“Cherry – Inocência Perdida” é um exercício de maturidade para Tom Holland criado pela direção cínica e vazia dos irmãos Russo.